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A pedidos, um post sobre a internet

Para aqueles que acham que a solução é o “papai estado” regular a economia, tenho um conselho: parem de reclamar que as operadoras vão limitar sua internet. Vocês não acreditaram tanto no estado? Então, parem de chorar. Assim como já pagam uma gasolina caríssima, energia elétrica nas alturas e impostos exorbitantes, agora paguem mais essa: internet regulada.

Bem, não quero ser insensível neste momento tão delicado ao dizer que minha internet é mais veloz, baratinha e sem limites em Orlando. Então, vamos mudar de assunto…

Por que é sempre assim?  Por que lá é sempre mais barato? Porque tem concorrência, boca mole. Quem sabe um dia vocês vão entender que a solução está no mercado e não nos políticos.

Tenta pensar com um pouco de lógica: quanto mais mercado, mais emprego, mais as empresas vão concorrer por mão de obra, consequentemente os salários aumentam, a produção aumenta, os preços caem, as vendas sobem, o governo recolhe mais impostos e o país prospera.

Quanto mais estado, mais gastos públicos, mais impostos, mais corrupção, menos emprego, mais o desempregado desesperado aceita ganhar menos para sobreviver e o país fica nas mãos dos populistas prometendo milagres e a prosperidade desaparece.

Talvez meus bisnetos entendam isso. Talvez.

Até lá, já que você insiste em achar que a as soluções estão no estado, como já disse, não reclame mais da internet regulada, das ruas esburacadas, dos preços exorbitantes dos eletrônicos, dos baixos salários e nem da péssima qualidade dos serviços públicos.

E mais: faça como os políticos mandam e seja bem obediente: culpe os empresários, as elites, os EUA, o capitalismo, as oligarquias, o FBI, a CIA, os yankees, os extra-terrestres, o ursinho Pimpão e até o Juiz Ségio Moro.

Bem, mas se você nunca acreditou no estado e agora está prestes a ter sua internet controlada, eu apenas lamento por você. Afinal, você vive num país onde, mesmo com a população sendo roubada todos os dias, o estado continua sendo idolatrado por uma multidão de iludidos. So sorry.

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