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Uma questão de autoestima

Sua capacidade é grande o suficiente para você escrever sua história com as próprias mãos.

Desde quando comecei a me entender por gente, nunca admiti viver de mesada do papai. Depois que casei, nunca admiti, um dia sequer, receber mesada de meus pais ou sogros. Como cidadão, jamais admitiria viver recebendo mesada do governo.

Nenhuma das alternativas que eu citei não admitir acima seria por uma razão moral, mas sim por uma questão de autoestima e dignidade. Se quero ser alguém no mundo, tenho que, no mínimo, me sustentar com o que sou capaz de produzir.

Mas se quero fazer a diferença no mundo, produzir meu próprio sustento não é o suficiente. Quero gerar empregos para milhares de pessoas, aumentar a referência de milhões nas redes sociais e provocar a evolução de centenas que decidiram seguir a direção dada.

Com a capacidade extraordinária que tem o ser humano, aceitar conviver com a dependência de quem quer que seja seria um contrassenso e um desperdício.

Alguém pode falar: “mas tem gente muito miserável e que precisa muito”. Sim, temos a obrigação de ajudá-los. Todos nós, sem exceção, temos a obrigação de estender a mão para os necessitados. Mas, além da comida que mata a fome do corpo de imediato, o alimento intelectual e emocional, como a autoestima, a dignidade e a honra têm que vir na frente, porque é ela que faz com que tenhamos forças para reagir e virar o jogo. Sem ela, mergulhamos de cabeça na auto-piedade que nos convence de que somos coitados e dignos de nos tornarmos dependentes de terceiros.

Por isso sou tão adepto do empreendedorismo. Com ele, temos a chance de começarmos pequenos e sonharmos grande.

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