Não deixe suas emoções sequestrarem seu futuro

Não deixe suas emoções sequestrarem seu futuro

Vão existir momentos em que teremos que fazer uma escolha entre ficarmos nos lamentando pelo passado ou olharmos para a frente com energia e entusiasmo. Infelizmente, os desafios da construção de um futuro promissor são tão grandes que quase sempre não é possível realizar essa tarefa carregando pesos mortos nas costas.

O desejo obstinado de “fazer justiça” ou a necessidade de satisfazer um orgulho ferido não são, nem de longe, algo que produz energias positivas. Ao contrário, produzem amargura, tristeza e um sentimento de vingança que, depois de consumado, não traz a satisfação que se imaginava. Resultado? Perda de tempo, energia, distanciamento de amigos e muita tristeza.

No final do dia, sabemos que nossas emoções são exímias sequestradoras. Tornar-se refém delas é um dos maiores prejuízos que alguém que não quer passar a vida em branco pode tomar.

Por outro lado, quando calculamos melhor a relação entre custo e benefício para tomarmos a decisão de abandonar as armadilhas emocionais que poderiam nos prender por anos, de forma racional, escolhemos um caminho mais inteligente, mesmo abrindo mão de algumas coisas, porém, ganhando de presente um futuro leve, sem pesos e sem sentimentos negativos que também ficaram para trás.

Infelizmente, grande parte da humanidade vive no calabouço de suas emoções, sequestrados e acorrentados por rancores, atormentados por sentimentos de vingança e limitados por terem gastado toda sua energia produtiva e seu potencial com o lixo emocional que foi acumulado por décadas e, o pior, sempre se convencendo de que a culpa é de alguém.

Olhe para a frente.

O que passou passou.

Perdoe. Mesmo a outra parte não merecendo, você merece ser livre.

A decisão está em suas mãos.

Não culpe terceiros por sua miséria emocional.

Apaixone-se pelo futuro.

Do passado, só os aprendizados.

As pessoas acham que os reclamões são muito chatos.

Aprenda a perder para ganhar.

Sem abrir mão de nada, muitos acabam com nada. Têm até dinheiro, mas, de fato, não têm nada.

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