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Algo que o Brasil precisa aprender com Portugal sobre educação

Meu filho de 12 anos, em apenas seis meses de aulas na escola, já está começando a se comunicar em francês, além do português e inglês, que ele já fala como nativo, e o espanhol, que já se defende. Ele é um gênio? Só rindo mesmo… Então todos em sua escola também são. Assim, acabamos de descobrir que as piadas de português que contamos no Brasil são uma farsa. Só tem gênios em Portugal.

Ter aulas de inglês desde o primeiro ano do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio, ou seja, por pelo menos 11 anos, e não saber falar o suficiente para sequer se comunicar no idioma é a realidade de 97% dos brasileiros, segundo pesquisas.

Considerando que, atualmente, falar inglês é considerado um requisito básico para quem quer chegar mais longe em sua carreira profissional, este resultado é um flagrante vergonhoso do fracasso do arcaico sistema de ensino capitaneado pelo MEC nas escolas públicas e privadas brasileiras.

O mais interessante é que nenhuma escola, mesmo as mais caras e tradicionais das principais capitais, sente-se envergonhada por esse vexame e nem tampouco os pais dos alunos se sentem no direito de cobrar por aquilo que pagam e não recebem como retorno.

Ninguém questiona. É assim porque sempre foi, vai continuar sendo e está tudo bem, na maior passividade. É a incompetência assumida e aceita por toda uma sociedade, inclusive aceita pelos intelectuais de meia tigela, cheios de diplomas, teorias e poucos resultados.

Mesmo tendo vendido o meu, os cursos de inglês agradecem…

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