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10 razões pelas quais sou um fã incondicional do empreendedorismo

Considere que o empreendedorismo envolve basicamente conhecimentos sobre COMPRAS, VENDAS, OPERAÇÕES, FINANÇAS, LOGÍSTICA, ATENDIMENTO A CLIENTE, MARKETING, JURÍDICO, TECNOLOGIA, CONTABILIDADE, GESTÃO DE PESSOAS, dentre várias outras disciplinas a depender do setor de atuação. Tudo isso, num contexto de constantes mudanças, alterações no cenário macroeconômico, oscilações políticas, câmbio, influências internacionais e, para completar, num ambiente totalmente competitivo. Sendo assim, listo abaixo minhas 10 razões para ser fã de empreendedorismo:

1. O sentimento que menos tolero é o de me me sentir refém do sistema, da CLT, de sindicatos, da política dos puxa-sacos ou da boa vontade de alguém pra que alguma coisa aconteça em minha vida. Somente o empreendedorismo lhe dá um maior controle sobre o seu destino.

2. A alegria de construir o seu próprio projeto supera muitas das atividades chatas do dia a dia de um empreendedor. A sensação de ver sendo realizado o que foi idealizado representa uma recompensa intangível que é parte da remuneração emocional de um empreendedor.

3. O empreendedor de sucesso faz o seu ganho e não está limitado a convenções coletivas ou a canetadas de políticos burocratas. Um empreendedor que alcança o sucesso tem uma remuneração muito maior que a média, o que é a justa recompensa pelo risco que assumiu através do capital que investiu e colocou em jogo.

4. Empreendedores são o topo do setor produtivo de um país, geram empregos e são os maiores pagadores de impostos. Todos os países de primeiro mundo são alavancados por seus empreendedores que são respeitados por governos e autoridades. Em países de terceiro mundo, os empreendedores, em muitos casos, representam uma ameaça para os políticos populistas que sempre querem concentrar poder e controle e que, por isso, tendem ao estatismo ou à associação com empresários parasitas para roubarem o país em parceria com eles. A boa notícia é que isso não é uma regra e é possível empreender sem se misturar com esses parasitas burocratas do submundo político.

5. Como empreendedor, gosto de trabalhar com franquias, porque, além de empreender e construir o projeto idealizado, também dou a oportunidade aos colaboradores que também desejam empreender para se tornarem meus parceiros de negócios e desfrutarem de resultados também acima da média. Assim, posso fazer uma das coisas que mais gosto: incentivar o empreendedorismo.

6. É possível empreender com 1 milhão de capital, 500 mil de capital, 100 mil de capital, 10 mil de capital e até com simplesmente 100 de capital. O empreendedorismo é democrático. Basta ter um produto, comprá-lo bem e vendê-lo com uma boa margem, tendo a disciplina tática necessária para fazer isso de forma repetida, enquanto acumula capital e expande sua operação.

7. Da mesma forma que é possível começar bem pequeno, é possível crescer de forma ilimitada, a depender da capacidade de gestão do empreendedor. Não há leis que limitem o seu crescimento. Uma empresa grande funciona exatamente com os mesmos princípios que funciona uma micro-empresa. A diferença está apenas na sofisticação dos processos que podem ser aprendidos pelo empreendedor ao longo da jornada e seu crescimento, caso não se acomode.

8. Gosto de empreender no setor de educação, porque, mesmo construindo um negócio de grande escala e com altos resultados, sinto-me realizado por saber que o produto que entrego pode ajudar muito às pessoas no desenvolvimento de suas carreiras, além de melhorar a auto-estima e acesso à informação.

9. Um empreendedor é medido por seus resultados e não pelas historinhas que conta nas redes sociais. Venda de imagem sem resultados não vale absolutamente nada. Após conquistar credibilidade no mercado, seu crescimento fica cada vez mais fácil e os caminhos cada vez mais abertos. Se no início da carreira, batia na porta de bancos para ter crédito, quando chega em patamares mais elevados, os bancos é que batem na sua porta pra terem a oportunidade de participarem de seus projetos.

10. Para empreender, não existe classe social, raça preferida, orientação sexual ou idade. Qualquer pessoa que tem um apetite para uma melhor qualidade de vida e deseja sair da linha de montagem imposta pela sociedade pode sonhar e realizar. Para isso, não basta boa vontade. É preciso estar preparado e disposto a levar uma vida de muito trabalho e sacrifícios, porém, de muitas recompensas para os que são bem sucedidos.

Já vi pobres empreendendo com sucesso e mudando sua vida e de sua família. Também vi pessoas da favela empreendendo com sucesso, moradores de rua, catadores de lixo, assim como, já vi herdeiros fracassarem, vi pessoas com coleções de diplomas na parede sucumbirem ao ostracismo. Para vencer como empreendedor não existe currículo ou pedigree mínimo exigido. Isso é uma boa notícia para os que estão dispostos a fazerem a diferença e um grande incômodo para os que nutrem a justificativa de que são uma vítima da sociedade.

Não é pouco comum ver estudantes problemáticos, alunos desinteressados pelo modelo de educação convencional que foi criado para formar mão de obra para o mercado de trabalho, estudantes expulsos e discriminados neste sistema terem grande sucesso como empreendedores. Não há nada mais subversivo do que empreender, pois exige que se nade contra a correnteza e quebre todos os padrões e tabus dessa sociedade padronizada. No entanto, depois que se atinge o sucesso como empreendedor, não faltarão puxa-sacos pra dizerem que sempre te apoiaram, ainda que não tenham lhe poupado de duras críticas e chacotas por sua iniciativa.

Empreender é pra quem não abre mão de ser protagonista e não aceita ser subjugado pelo sistema. 100% dos vitimistas fracassam no mundo do empreendedorismo. Eles não aguentam o tranco e culparem terceiros é a única coisa que lhes resta…

Nada é por acaso.

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